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Linkin Park mostra novas músicas e agrada fãs no Maximus

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Grupo fugiu do peso do metal e criou atmosfera própria para o maior público do evento
Linkin Park agrada fãs no Maximus

Não dá para negar, a curiosidade sobre como seria a recepção do Linkin Park em meio a um festival focado no rock pesado, sem dúvida, foi algo que deixou muita gente curiosa após o anúncio da banda como headliner do Maximus em 2017.

No entanto, no final, tudo correu bem. A banda contava com o maior público do festival quando deu seus primeiros acordes e isso, sem dúvida, justificou o porquê do LP ser o headliner da noite. Mas nem só de glórias viveu o grupo, já que no início do show, algo aconteceu com o som e atrapalhou bem toda a experiência auditiva de quem não estava tão perto dos palco.

E lógico, após todos os primeiros detalhes anotados,  assim que a banda iniciou sua apresentação era possível sentir a mudança de atmosfera do festival que saiu de porradas sonoras para músicas mais radiofônicas, com alguns momentos inspirados, mas que em nada remeteu aos shows que antecederam a principal atração da noite. Mas isso não pareceu ser um problema para o público, já que a massa de fãs estava conectada, participando e reagindo a todos os estímulos que vinham do palco.

Após a boa receptividade, Mike Shinoda não fez cerimônia ao afirmar que “Uma das bases de fãs mais loucas que nós temos no mundo é a brasileira“. Mas apesar dessa informação, era fácil ver como as pessoas se empolgavam muito com as faixas dos dois primeiros álbum do LP e com os gritos de Chester. Era possível ver risos, pulos e ouvir as vozes a plenos pulmões enquanto as criações mais novas, em vários momentos, pareciam servir apenas como protocolo para a apresentação.

O setlist ganhou pontos estratégicos com faixas como “Breaking the Habit”, possivemente o melhor momento do show, ou ainda com “One Step Closer” que levou algumas pessoas da plateia ao delírio. O grupo também apostou em uma versão mais contida de um de seus hits  – “Crawling” ao piano – e até mesmo um acapela do público para “In The End”.

Posteriormente, depois de apostarem em faixas mais conhecidas e rápidas como “Numb/Encore” e com o jogo quase ganho, Shinoda pediu licença e disse que iria tocar uma faixa proibida, “Nós não temos permissão para tocar essa” e mandaram “Heavy”, um dos novos singles do próximo disco – que chega às lojas na semana que vem – que simplesmente faz com que o grupo não pareça o mesmo e entrega uma sonoridade ideal para as rádios ao redor do mundo.

Fechando o show, sem aviso ou bis,  o LP apresentou “Bleed It Out” e se retirou do palco.  Um show que deve ter agradado bastante o público, mas que não se encaixou de forma coesa como parte do festival e mostrou que possivelmente o Linkin Park – apesar da boa base de fãs – soa de uma forma nas rádios e de outra ao vivo, já que mesmo com músicas presentes nas mais variadas programações ao redor do planeta, eles não conseguem deixar para trás sua fase mais “rebelde”.

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